O HPV (papilomavírus humano) é a infecção sexualmente transmissível mais comum, e no homem costuma se manifestar como verrugas genitais, também chamadas de condilomas, que aparecem no pênis, no escroto ou na região anal. O diagnóstico é clínico, feito pelo exame da região, podendo ser complementado por peniscopia quando as lesões não são evidentes. Em Uberlândia, o Dr. Marcos Paulo Carneiro (CRM-MG 63923 | RQE 57904) avalia as lesões, define a forma de remoção mais adequada para cada caso — incluindo a crioterapia, realizada no próprio consultório, rápida e praticamente indolor — e orienta sobre prevenção, vacinação e cuidados com a parceria.

HPV no homem: o que é e como se manifesta

O HPV, papilomavírus humano, é a infecção sexualmente transmissível mais frequente. No homem, a manifestação mais comum são as verrugas genitais, também chamadas de condilomas acuminados, que podem surgir no pênis, no escroto, na região púbica ou na região anal. As lesões variam bastante de aspecto: podem ser únicas ou múltiplas, pequenas ou agrupadas, e nem sempre causam sintoma.

Uma parte importante dos homens infectados não apresenta lesão visível e descobre a infecção apenas quando a parceria recebe o diagnóstico ou em uma avaliação de rotina. Em Uberlândia, o Dr. Marcos Paulo Carneiro (CRM-MG 63923 | RQE 57904), urologista e andrologista, realiza a avaliação dessas lesões, define a conduta de remoção adequada a cada caso e orienta sobre prevenção e transmissão.

Como é feito o diagnóstico

O diagnóstico do HPV masculino é essencialmente clínico: parte do exame direto da região genital, que na maioria dos casos identifica as lesões características. Quando há suspeita e as lesões não são evidentes a olho nu, o exame pode ser complementado pela peniscopia, que avalia a região com magnificação e permite identificar alterações discretas.

A biópsia não é rotina: fica reservada para lesões com aspecto atípico, que crescem rapidamente, que não respondem ao tratamento ou quando há dúvida diagnóstica. Autoexame e busca por informação na internet costumam gerar mais ansiedade do que resposta, porque diversas alterações benignas da pele genital são confundidas com HPV — outra razão pela qual a avaliação presencial é o caminho.

Alterações que costumam ser confundidas com HPV

Nem toda lesão na região genital é HPV. Algumas variações anatômicas benignas são frequentemente confundidas, o que provoca preocupação desnecessária.

AchadoO que éPrecisa de tratamento?
Condiloma (verruga genital)Lesão causada pelo HPVSim, com remoção definida conforme o caso
Pápulas perláceas do pênisVariação anatômica benigna, na borda da glandeNão; não é infecção nem é transmissível
Glândulas sebáceas proeminentesEstruturas normais da pele, mais visíveis em algumas pessoasNão
Lesão de aspecto atípicoAchado que foge do padrão das anterioresExige avaliação e, em casos selecionados, biópsia

Diferenciar esses achados é justamente o papel da consulta. Nenhuma dessas hipóteses deve ser assumida a partir de fotos ou descrições: o que define a conduta é o exame.

Remoção das lesões

O tratamento tem como objetivo remover as lesões existentes. Há diferentes opções disponíveis — tópicas, químicas e cirúrgicas, incluindo a cauterização —, e a escolha depende do número de lesões, do tamanho, da localização e de características individuais do paciente.

Entre elas está a crioterapia, técnica que destrói a lesão pelo congelamento e é realizada pelo Dr. Marcos Paulo Carneiro no próprio consultório, em Uberlândia. É um procedimento rápido e praticamente indolor, o que permite resolver boa parte dos casos na própria consulta, sem necessidade de centro cirúrgico.

Não existe conduta única aplicável a todos os casos, e por isso a definição do método acontece em consulta, após o exame. É comum o tratamento exigir mais de uma sessão, especialmente quando as lesões são múltiplas, e o acompanhamento posterior faz parte do processo, já que novas lesões podem aparecer mesmo após a remoção completa das anteriores.

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Prevenção, vacina e a conversa com a parceria

A prevenção combina duas frentes. A vacinação contra o HPV protege contra os tipos virais aos quais a pessoa ainda não foi exposta, e sua indicação — inclusive para quem já teve lesão — deve ser avaliada individualmente, considerando idade e histórico. O preservativo reduz o risco de transmissão, mas não elimina completamente, porque o contato pode ocorrer em áreas que ele não cobre.

A avaliação da parceria é recomendada. No caso de parceiras mulheres, o rastreamento do colo do útero tem papel próprio e bem estabelecido na prevenção, e essa orientação faz parte da conversa em consulta. Receber o diagnóstico de uma IST costuma gerar constrangimento e culpa; vale lembrar que o HPV é extremamente comum e que a infecção pode ter ocorrido muito antes do aparecimento da lesão, o que torna pouco produtivo tentar estabelecer quando ou com quem aconteceu.

Perguntas Frequentes

Como o HPV se manifesta no homem?

A manifestação mais comum são as verrugas genitais, ou condilomas, no pênis, escroto, região púbica ou anal. Muitos homens não apresentam lesão visível.

Como é feito o diagnóstico do HPV masculino?

O diagnóstico é clínico, pelo exame da região genital, podendo ser complementado pela peniscopia quando as lesões não são evidentes. A biópsia fica reservada para lesões atípicas.

HPV tem cura?

O tratamento remove as lesões. Na maior parte dos casos o sistema imunológico controla a infecção ao longo do tempo, mas o vírus pode permanecer no organismo, o que explica a possibilidade de novas lesões.

Quais são as formas de remover as lesões?

Existem opções tópicas, químicas e cirúrgicas, incluindo a crioterapia — feita no próprio consultório, rápida e praticamente indolor — e a cauterização. A escolha depende do número, tamanho e localização das lesões, e é definida em consulta.

A vacina contra HPV serve para quem já teve lesão?

A vacina protege contra os tipos virais que ainda não infectaram a pessoa. A indicação após um episódio de lesão deve ser avaliada individualmente.

Preciso avisar minha parceria?

Sim. O HPV é transmitido por contato e a avaliação da parceria é recomendada, inclusive porque no caso das mulheres o rastreamento do colo do útero tem papel específico na prevenção.